MERCADO LIVRE

 

Jorge Paulo Lemann pretende ampliar seu latifúndio cibernético. A B2W, que congrega Americanas.com, Shoptime e Submarino, avança na direção do site Mercado Livre.

 

Radar    05/12/2007

 

Por William Xavier de Carvalho

e-mail: holdingwxc@gmail.com

 

GOLPE

O bom da democracia é a possibilidade da alternância do poder, embora isso cause arrepios às centenas de "companheiros" que fazem a partilha do botim. Sem um nome capaz de sensibilizar os eleitores e com uma prática política que lhe deixa vulnerável os petistas já entraram em desespero. Por isso apostarão tudo na proposta de "reforma da Constituição", eufemismo com o qual tentam fazer com que a Nação engula aquilo que é um golpe de Estado. Tal intenção estava baseada na mesma estratégia do coronel bufão Hugo Chávez. O revés sofrido pelo golpismo comuno-fascista de Chávez foi repudiado no referendo. Aliando-se tal fato aos resultados da pesquisa do DataFolha tem-se um novo panorama político que se contrapõe ao golpismo e reforça as posições democráticas. A manobra golpista de Lula e seus sequazes já começa a ser torpedeada.

 

 

 

Povo venezuelano diz "NÃO"

A população venezuelana rejeitou a "reforma constitucional" proposta pelo presidente Hugo Chávez, segundo o primeiro boletim oficial divulgado pelo CNE (Conselho Nacional Eleitoral) nesta segunda-feira. O CNE assinalou que 50,7% dos venezuelanos votaram contra o primeiro bloco de projetos submetidos à consulta, enquanto 49,29% optaram pelo "sim" no referendo realizado neste domingo. Além disso, 51,05% rejeitaram o segundo bloco de artigos, enquanto 48,94% o aprovaram. A abstenção no referendo foi de 44,9%. Cerca de 16 milhões de venezuelanos participaram da eleição. A reforma chavista, entre outras coisas, possibilitaria reeleições consecutivas ilimitadas e reconheceria a chamada "propriedade comunal", além da privada.

 

UNIBANCO

Pedro Moreira Sales

 

O Unibanco prepara um plano de ampliação da rede de agências, especialmente nas regiões Sudeste e Nordeste, para enfrentar a expansão do Banco Santander após a aquisição do ABN AMRO Real. A compra mudou o ranking dos banco no Brasil, levando o Santander do sétimo lugar em ativos totais para o terceiro, após o Banco do Brasil e o Bradesco. O Unibanco conserva o sexto lugar no ranking. A ênfase na conquista de clientes e venda de produtos fora das agências tornou o Unibanco tímido no aumento da rede física, reconheceu o presidente do banco, Pedro Moreira Salles, ontem, pouco antes da reunião com a Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec).

 

Para 45% dos brasileiros, Congresso é ruim ou péssimo

De acordo com pesquisa Datafolha, a avaliação do brasileiro sobre o Congresso Nacional piorou. O percentual dos que avaliam o parlamento como ruim ou péssimo disparou de 30% para 45% no levantamento feito de 26 a 29 de novembro, quando o instituto ouviu 11.371 pessoas em 390 municípios. No mesmo período, a avaliação regular caiu de 46% para 37%. O percentual dos que consideram o Congresso ótimo ou bom baixou de 16% para 13%. A absolvição do senador Renan Calheiros (PMDB-AL) é apontada como fator para o declínio. A taxa de reprovação ao Congresso ficou próxima ao recorde atingido em agosto de 2005, no auge do escândalo do mensalão do governo Lula, quando 48% consideravam o desempenho ruim ou péssimo.

 

VOTORANTIM

A Votorantim reabriu os entendimentos para a compra do controle da Compañía Minera Milpo, uma das principais produtoras de zinco do Peru. Os Ermírio de Moraes, que já detêm 25% da empresa, pretendem comprar o restante das ações, pertencentes a um grupo de investidores locais. A aquisição tem valor estratégico para a Votorantim. A companhia vai investir US$ 400 milhões para duplicar a capacidade de sua refinaria de zinco localizada em Cajamarquilla, próximo à cidade de Lima.

 

 

CARBONO ZERO

A onda do “Carbono Zero” começa a conquistar adeptos no Brasil. O objetivo é plantar árvores para “neutralizar” as emissões de dióxido de carbono (CO2) geradas por empresas e até mesmo indivíduos. A direção da Couromodas, por exemplo, está convocando o setor calçadista a aderir ao Projeto Florestas do Futuro, da SOS Mata Atlântica. A meta é plantar dez mil árvores.

 

BOLIVIA

Governadores bolivianos de oposição apresentaram nesta terça-feira em Miami queixa à ONU (Organização das Nações Unidas) e à OEA (Organização dos Estados Americanos) contra o governo do presidente Evo Morales. Segundo eles, o esquerdista está tentando acabar com a democracia com sua proposta de Constituição. Em reação a ela, mais de 50 oposicionistas estão em greve de fome em três regiões do país. "Estamos preocupados com a ânsia por instalar em nosso país um regime totalitário, que tenta ignorar as minorias e ferir de morte a democracia", declarou em entrevista coletiva Mario Cossio, governador de Tarija. Os governadores lembraram que a Constituição foi aprovada em votação realizada em um quartel militar na cidade de Sucre, sem a presença da oposição e em meio a manifestações que deixaram três mortos e 300 feridos. Cossio ainda acusou o governo de desrespeitar as regras básicas da Assembléia, que estabeleceu que as reformas constitucionais seriam aprovadas com maioria de dois terços, e não por maioria simples.

 

AJUDA DE PESO

O advogado Sérgio Bermudes, um dos principais civilistas do País, deve entrar na disputa judicial movida pelos herdeiros de Percival Farquhar e da antiga Companhia Brasileira de Mineração contra a União. A ação, que já se arrasta há 40 anos, foi ganha em última instância, está em fase de execução e reivindica a entrega, pela União, do equivalente a 3,5% das ações da Vale.

 

A PROCURA DE LEITE

Depois que o Bertin comprou a Vigor, o Friboi, maior frigorífico do País, não quer ficar atrás. A empresa, comandada por Joesley Batista, saiu à caça de empresas lácteas. Hoje, os frigoríficos se definem como grupos de “proteína animal”.

 

FRACASSO

Problemas à vista para o Itamaraty. O chanceler Celso Amorim foi informado de que o Marrocos não deve mais sediar a II Cúpula América do Sul-Países Árabes. A reunião pode fracassar porque o rei Mohamed VI anda contrariado com o Brasil. Em julho, cancelou a visita que o presidente Lula faria a Rabat. E até hoje não explicou o porquê.

 

 

 

 

Sua Alteza Imperial e Real, o Príncipe

 

DOM LUIZ DE ORLEANS E BRAGANÇA

 

 

O Senhor Dom Luiz de Orleans e Bragança - atual Chefe da Casa Imperial do Brasil - é primogênito e herdeiro dinástico do Príncipe Dom Pedro Henrique de Orleans e Bragança (1909-1981), admirável figura de brasileiro, chefe de família exemplar e artista de reconhecido talento; é neto de Dom Luiz de Orleans e Bragança (1878-1921) - cognominado o Príncipe Perfeito; bisneto da Princesa Isabel a Redentora, e trineto do Imperador Dom Pedro II.

Os Imperadores do Brasil, bem como os Reis de Portugal desde o século XVII, pertenceram à dinastia de Bragança, a qual teve sua origem em fins do século XIV, na figura heróica e legendária do Santo Condestável de Portugal, o Bem-Aventurado Dom Nun'Alvares Pereira.

Por sua Mãe, a Princesa Dona Maria da Baviera de Orleans e Bragança, Dom Luiz herda as tradições da Família de Wittelsbach, a Casa Real da Baviera, uma das mais antigas da Europa, pois tem sua origem no século IX, e célebre nos campos das artes e da cultura.

Por seu bisavô o Príncipe Gastão de Orleans, Conde d'Eu, esposo da Princesa Isabel e herói da Guerra de Marrocos e da Guerra do Paraguai, o atual Chefe da Casa Imperial do Brasil descende da Casa Real Francesa. Com efeito, provém ele em linha direta, por legítima varonia, de Hugo Capeto, que em 987 ascendeu ao trono da França; e de São Luís IX, o Rei-Cruzado que governou a França de 1226 a 1270.

Descendendo de Reis, Santos e Heróis, de Fundadores de Impérios, Cruzados e Artistas, Dom Luiz haveria de receber uma educação à altura das tradições que representa.

Foi intenção de seu Pai dar-lhe uma formação moral sólida, baseada nos princípios tradicionais da Santa Igreja. Ao mesmo tempo, desejou que ele tivesse uma cultura geral, um conhecimento em profundidade dos problemas do Brasil e do mundo, e um trato social condizentes com a alta posição que lhe estava destinada.

Por fim, desejou para seu primogênito o que a antiga Lei de Banimento não permitira para si próprio: uma educação no Brasil, entre brasileiros, e dentro das melhores tradições brasileiras.

Nascido em Mandelieu (França) em 6 de junho de 1938, foi batizado com o nome de Luiz Gastão Maria José Pio de Orleans e Bragança, na Capela do Mas-Saint-Louis, vila de sua Avó a Princesa D. Maria Pia de Bourbon-Sicílias de Orleans e Bragança, e registrado no Consulado Geral do Brasil em Paris.

Com a deflagração, em 1939, da Segunda Guerra Mundial, a Família Imperial ficou retida na França e impedida de transferir-se para o Brasil. Só após o término do conflito pôde Dom Luiz, então menino de sete anos, ver pela primeira vez a sua terra.

Fez os estudos secundários em parte no Paraná, onde seu Pai se instalara como fazendeiro, em parte no Rio de Janeiro, no Colégio Santo Inácio da Companhia de Jesus. Cursou depois o Colégio Universitário, em Paris, e foi concluir seus estudos na Universidade de Munique, onde cursou Química.

Nas horas vagas que lhe proporcionava o rígido curso universitário, e durante os períodos de férias, em que viajou por toda a Europa, aproveitou o jovem Príncipe para tornar mais conhecido o Brasil nos ambientes que freqüentava, a saber, os círculos da mais alta nobreza européia, e os meios universitários alemães, italianos e franceses.

Retornando ao Brasil em 1967, passou a residir em São Paulo, onde assumiu a direção do Secretariado de seu Pai, já então residente na sua propriedade rural em Vassouras, no Estado do Rio de Janeiro.

Com o falecimento de Dom Pedro Henrique, em 5 de julho de 1981, Dom Luiz ascendeu à condição de Chefe da Casa Imperial do Brasil.

A queda da Cláusula Pétrea na Assembléia Constituinte de 1987-1988, - para a qual concorreu Dom Luiz de maneira decisiva, com carta solidamente argumentada aos Senadores e Deputados pedindo a abolição daquele dispositivo discriminatório aos monarquistas - e a conseqüente convocação de um plebiscito em 1993 para decidir sobre a forma e regime de governo a vigorarem no país, projetaram Dom Luiz para uma situação de destaque que fora negada a seu Pai, primeiramente com a campanha para aquela consulta popular e depois com o cultivo do grande saldo por ela deixado - 13% dos votos válidos (mais do que o eleitorado da maior parte dos partidos políticos, em um pleito ardilosamente antecipado e no qual Dom Luiz, representante natural da forma monárquica de governo, ficou privado do indispensável acesso aos meios televisivos).

Assim, em contacto próximo com um grande número de brasileiros, que vêem na Casa Imperial uma luz e uma esperança em meio à revolta e confusa situação política, social, cultural e moral dos dias atuais, amargada por sucessivas frustrações proporcionadas por estas ou aquelas figuras ou propostas políticas, Dom Luiz faz sentir que o Brasil encontrará seu seguro caminho na fidelidade aos valores que o fizeram, no tempo do Império, grande e respeitado entre as nações.

Dom Luiz vem presidindo regularmente congressos e eventos de monarquistas realizados em diversas regiões do País, impressionando sempre seus auditórios pela profundidade, clareza e palpitação dos conceitos que emite.

Tem também viajado regularmente ao Exterior, proferindo conferências na Europa e nos Estados Unidos para públicos escolhidos e participando de eventos comprometidos com a sustentação dos valores tradicionais, notadamente os promovidos pela associação Noblesse et Tradition, que congrega o escol da nobreza européia.

Falando fluentemente três idiomas - o português, o francês e o alemão - e entendendo ainda o castelhano, o inglês e o italiano, Dom Luiz é senhor de sólida cultura, alicerçada em leituras sérias e prolongadas, especialmente de assuntos históricos e sociológicos, assim como no contato com a realidade viva da nação.

Como o Imperador Dom Pedro II, encontra no estudo um verdadeiro prazer. Mas, divergindo neste ponto de seu trisavô, gostou desde cedo da equitação e da caça, tendo mesmo, neste último esporte, conquistado alguns troféus. Nos últimos anos retomou a fotografia, revelando, na precisão das composições e na matização dos detalhes, o veio artístico dos dois ramos familiares. É ainda apreciador de música erudita, especialmente de compositores brasileiros da escola barroca.

Católico ardoroso e por isso mesmo infenso a todas as formas de socialismo, atuou desde jovem, com o vivo incentivo de seu Pai, em prol dos princípios fundamentais da Civilização Cristã, atividade esta a que continua a consagrar suas disponibilidades de tempo.

É Grão-Mestre da de Pedro I, da Ordem da Rosa e das demais Ordens Imperiais brasileiras. É ainda Grã-Cruz da Ordem Constantiniana de São Jorge, da Casa Real de Bourbon-Sicílias, Grã Cruz da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa (Portugal) e Bailio Grã-Cruz de Honra e Devoção da Soberana Ordem de Malta, além de membro-efetivo de diversos institutos culturais.

Ultimamente Dom Luiz tem dedicado um pouco do seu tempo à composição de memórias, nas quais vai registrando, a par de suas inúmeras recordações, comentários e juízos acerca dos acontecimentos e transformações que acompanhou em meio século de vida adulta. Tais escritos são aguardados com muito interesse por quantos o conhecem

 

JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO -  São Paulo, domingo, 02 de dezembro de 2007

65% desaprovam que Lula possa disputar 3º mandato

Datafolha revela que ampla maioria rejeita mudar a lei para petista concorrer em 2010

Somente em Pernambuco, Estado natal do petista, 51% concordariam em dar a ele o direito de permanecer por mais 4 anos consecutivos

 

O país que falou na pesquisa rejeita a manobra. Lula que vá cantar em outra freguesia. Ou espere até 2014.

A operação não deu certo. Falhou.

E não porque o Apedeuta não queira (segundo o sopro dos tocadores de tuba), mas porque a lei proíbe e porque os eleitores não querem.

Deve ser terrível a Lula imaginar que alguém vai ocupar a cadeira que ele julga lhe caber por direito divino.

Mas vai ter de se acostumar com a idéia.

 

MALU DELGADO
EDITORA-ASSISTENTE DE BRASIL

Rejeitam um terceiro mandato consecutivo ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva 65% dos brasileiros, revela pesquisa Datafolha realizada entre os dias 26 e 29 de novembro. Em nenhuma das regiões do país, nem mesmo no Nordeste, onde é mais bem avaliado, essa hipótese contaria com o apoio da maioria da população. O Datafolha perguntou aos entrevistados se concordariam com uma mudança na lei para dar o direito a Lula de concorrer a um terceiro mandato em 2010. Apenas 31% apoiariam a idéia.
Foram entrevistadas 11.741 pessoas, em 390 municípios de 25 Estados. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
A proposta de terceiro mandato não é acolhida pela maioria nem quando o questionamento é genérico, sem citar Lula. Para 63%, presidentes não devem ter esse direito. O percentual sobe para 66% quando se trata de governadores e vai a 67% no caso de prefeitos.
O terceiro mandato é defendido por setores petistas e provoca temores na oposição. Publicamente, tanto Lula quanto a direção do PT negam a intenção de trabalhar por uma mudança constitucional com esse objetivo. Em entrevistas recentes, Lula revelou o desejo de voltar à Presidência. Em 2014. Mas o PT não tem hoje nomes competitivos para disputar 2010, primeira eleição desde 1989 sem Lula na cédula.
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) elegeu como prioridade o combate ao terceiro mandato. Fez discursos inflamados no 3º Congresso do PSDB, na semana retrasada, e criticou ações do governo Lula que, na sua avaliação, atentam contra a democracia. O PT revidou, lembrando que o tucano trabalhou para aprovar a mudança constitucional, em 1997, que lhe garantiu o direito à reeleição. Em 1994, a revisão constitucional já havia reduzido o mandato de cinco para quatro anos.

Rejeição generalizada
O terceiro mandato a Lula é amplamente rechaçado, segundo a pesquisa, entre os brasileiros mais escolarizados -78% com nível superior dizem não à idéia - e renda familiar mensal mais elevada. Entre os que recebem acima de 10 salários mínimos, 76% não querem a chance de uma nova eleição para o atual presidente.
Mesmo entre os que têm níveis educacionais e de renda mais baixos a proposta não conta com boa aceitação. Para 58% daqueles com renda familiar de até dois salários mínimos e para 58% dos que têm só o ensino fundamental, Lula não deve disputar outro mandato após oito anos no poder.
Só Pernambuco daria legitimidade a uma mudança na Constituição a favor de uma nova reeleição presidencial: 51% apoiariam a proposta. Curiosamente, é o Estado natal do petista -o presidente nasceu em Caetés, então distrito de Garanhuns. Porém, para 46%, a lei deve ficar como está.
No Sul do país, a rejeição ao terceiro mandato aumenta. No Paraná, 73% são contra a idéia; no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, 72%.
Já no Nordeste, uma mudança legal que abriria a porta ao terceiro mandato é mais bem digerida do que nas demais regiões: 58% rejeitam a idéia e 38% a apóiam. No Sudeste, 67% são contra; na região Sul, 73%.

Partidos
A pesquisa confirma o confronto PT versus PSDB. Entre os entrevistados cujo partido de preferência é o PT, 51% acham que Lula deve disputar pela terceira vez em 2010, contra 47% que discordam. Quando o partido preferido é o PSDB, o cenário é radicalmente alterado: 83% são contra e só 15% dariam esse aval a Lula.
As bicadas entre tucanos e petistas por conta do terceiro mandato suscitaram até partidos políticos a elaborar nota oficial contra a idéia. Os então presidentes do PSDB, Tasso Jereissati (CE), e do PT, Ricardo Berzoini (SP), a assinaram, assim como dirigentes do PMDB, DEM, PP, PSB, PC do B e PSC.
A discussão sobre o terceiro mandato quase azedou de vez a votação da prorrogação da CPMF no Senado. No início do mês passado, Lula chamou ao Planalto o deputado Devanir Ribeiro (PT-SP), que articulava a apresentação de emenda dando ao presidente da República autonomia para convocar plebiscitos, entre eles um sobre o terceiro mandato. "Minha proposta não tem nada a ver com terceiro mandato", disse Devanir após o encontro com Lula.

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